sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Breaking Bad

Depois de deixar o blog meio que jogado às traças durante a semana de provas, finalmente entrei de férias e cá estou eu de volta, a todo vapor! E na resenha de hoje eu trago uma das melhores séries que já assisti, se não for a melhor. Sem mais delongas, com vocês:










 

Breaking Bad é, de longe, a série mais aclamada dos últimos tempos e está em primeiríssimo lugar no ranking do IMDb, então nada mais justo que seja também a primeira a ser resenhada aqui no blog. Confesso que foi uma das poucas séries que eu assisti inteira, do primeiro episódio ao último, seguindo a sequência à risca. Foi emocionante, principalmente na última temporada, ir acompanhando os episódios finais conforme eles iam saindo do forno, naquela expectativa depois esperar por um tempão e quebrar a cabeça tentando adivinhar qual seria o desfecho, sem correr riscos dos spoilers da vida estragarem tudo. Muitos dos que tanto ouvem falar, mas ainda não tiveram a oportunidade de ver com os próprios olhos, devem estar se perguntando se a série é mesmo isso tudo que dizem. Sim, ela é.

Os atores não são nada batidos, o que é bom, assim você não fica "estranhando" no começo, não rola aquela demora pra se acostumar com o velho ator no papel novo, em que você fica associando por um tempo o ator ao personagem de algum filme ou série que você tenha assistido anteriormente (ou muitos, em alguns casos). Você entra na história com muita facilidade e vai identificando cada ator ao seu personagem e à respectiva personalidade que lhe é peculiar, e ganha vida como que numa tela em branco. Além disso, devo acrescentar que os atores são excepcionais, especialmente o protagonista, que interpreta o Walter White/Heisenberg. 

Os episódios são muito bem amarrados e imersos em profundo suspense. É preciso estar atento, pois cada pequeno detalhe que acontece se mostra importante durante o desenrolar da história. Mesmo que sejam um pouco longos (50 minutos, em média) eles prendem sua atenção do começo ao fim, te fazem segurar a respiração em vários momentos, e no final sempre acontece alguma coisa que te faz querer assistir ao próximo logo, e ao próximo, e ao próximo... Essa foi uma das séries que me fez sentir tristemente órfã quando acabou, e não tenho vontade de assistir tudo de novo tão cedo, pois a graça está justamente no mistério. Por isso, não recomendo assistir um episódio aqui, outro ali, como eu faço com as séries da Warner, uma porque vai ser difícil acompanhar assim e outra porque perde totalmente o sentido da coisa. Ah, e fuja dos spoilers!















Bom, acho que já fiz bastante propaganda, agora vamos à resenha. A história se passa em Albuquerque, pacata cidade do Novo México - que existe na vida real, e na verdade era pacata, até alguém decidir que seria o cenário perfeito pra gravar a melhor série de todos os tempos - estado desértico dos Estados Unidos (o que rendeu paisagens bem exóticas e incríveis!, pelo menos pra quem não está acostumado a sair dirigindo pelo deserto todo dia).

Tudo começa quando Walter White, pai de família e professor de química, recebe o diagnóstico de câncer terminal, no pior momento possível: quando sua esposa, Skyler, descobre que está grávida da segunda filha do casal, uma responsabilidade a mais, sendo que o filho mais velho sofre de paralisia cerebral. A família sofre com inúmeras dificuldades, o que foi tornando Mr. White uma pessoa um tanto quanto frustrada. 

Pra começar, por conta de um negócio do passado que deu muito errado - pra ele. O negócio é o seguinte, no início de sua carreira, ele e um antigo colega de faculdade fundaram uma empresa, a Gray Matter Technologies, mas num dado momento surgem problemas e Mr. White acaba vendendo suas ações por um preço irrisório, pra virar professor. Acontece que, depois disso, os negócios dão uma super guinada e seu ex sócio se torna multi milionário. 

Tudo isso de repente é demais: a falta de reconhecimento pela empresa que ele ajudou a construir, a insatisfação com sua carreira de professor, a notícia da gravidez não planejada de sua esposa, o diagnóstico câncer de pulmão sendo que ele nunca fumou um cigarro... Tendo em vista o pouco tempo de vida que lhe resta e a preocupação de deixar sua família sem amparo, passando pela situação delicada em que sua mulher, que já precisa cuidar do filho mais velho, portador de necessidades especiais, agora espera um novo bebê, sem contar com os gastos no tratamento contra o câncer, Walter, o arrimo da família, num ato de desespero, enfia na cabeça a meta de juntar a maior quantidade de dinheiro possível, suficiente pelo menos para o sustento de sua família pelo tempo restante que eles têm pra viver, nem que essa seja a última coisa que ele faça na vida. 

É nesse momento de ruptura, ao se dar conta de que passou o tempo aprisionando sua genialidade em uma vida medíocre, entre tantos desgostos com que o destino lhe amargurou, que Walter, um homem sempre honesto e trabalhador, decide trilhar um caminho sem volta, que vai mudar completamente a sua vida.




















  
Walter White resolve se embrenhar na lucrativa indústria das drogas, especificamente a da Metanfetamina, e só por aí dá pra imaginar a aventura que está por vir. Pra entrar de cabeça no mau caminho, é claro que ele precisa de um parceiro à altura, má companhia que coincidentemente é um de seus alunos do colégio, um aluno-problema, chamado Jesse Pickman. Aliando seus conhecimentos em química à experiência de Pickman no mundo das drogas, com suas facilidades e contatos, ele mal sabe, mas está fundando uma empresa mais poderosa que a primeira. Em pouco tempo os negócios começam a crescer vertiginosamente e Walter passa a ser conhecido por toda a região como Heisenberg, e o cristal azul, sua marca registrada, devido à pureza jamais vista igual, se torna grande objeto de desejo entre os usurários e, com isso, só o início das rivalidades com a concorrência








Ah, e detalhe, só pra dar aquela emoção a mais - como se não bastasse, tipo, tudo - o concunhado de Walter, Hank, que é marido de sua cunhada, Marie, é nada menos que um agente da DEA (Força Administrativa de Narcóticos). 













Em alguns momentos, me peguei pensando em toda a loucura que acontece pelo mundo afora, enquanto eu to vivendo a minha vidinha sossegada aqui, assistindo seriados. Afinal, todo mundo anseia por um pouco de adrenalina nessa vida. Mas, em outros momentos, eu sinceramente não queria estar na pele dos personagens, e me pergunto se o preço a se pagar por tudo isso não foi alto demais. Com o passar do tempo, seu casamento, seu relacionamento com os filhos, sua vida social, enfim, tudo na vida de Heisenberg começa a se arruinar cada vez mais. Em pouco tempo ele consegue o que tanto queria: montes de dinheiro. E muito mais do que isso: uma enrascada atrás da outra e, quando se pensa que um problema foi resolvido, surge outro, e assim, como o título sugere, as coisas vão de mal a pior.


Fotos: Reprodução

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Marcador de páginas

Alguns coraçõezinhos feitos por mim

A dica de hoje é um marcador de páginas diferente, muito fofo e fácil de fazer. Ele se encaixa no cantinho da página e fica com o coraçãozinho meio que em alto-relevo, muito amor  

Tudo o que você vai precisar é de:

  • tesoura, sem ponta se você for criança 
  • papel de dobradura, ou qualquer papel, mas de dobradura é melhor, porque, bem, se trata de uma dobradura 
  • um pouco de paciência

É muito barato: tesoura todo mundo tem, e um papel de dobradura grandão custa alguns centavos e dá pra fazer centenas de marcadores. Comecei com vermelho, mas quero de todas as cores! No começo você pode se atrapalhar um pouco, mas em algumas tentativas dá pra pegar o jeito e você não vai mais querer parar de dobrar papelzinho, sério, é viciante. E, como qualquer arte manual, é relaxante. Em pouco tempo vai ter mais marcadores do que livros na sua casa e você vai ter que sair distribuindo às suas amigas leitoras. Sucesso garantido ;)

Aprendi a fazer assistindo ao vídeo abaixo, bem didático:
http://www.youtube.com/watch?v=U6c2XIbQjig

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Pequena Abelha


E o título de primeiro livro resenhado no blog vai para: A Pequena Abelha, de Chris Cleave. Além de ter tudo a ver com o blog, é um dos meus livros favoritos. Pretendo ir resenhando os livros logo depois de terminar de ler, mas eventualmente vou resenhar também alguns que já li faz um tempinho, mas que merecem ser resgatados pra fazerem parte do blog, como é o caso do livro de hoje. 

Sabe quando você ganha de presente um livro que dificilmente escolheria pra comprar, num passeio casual pela livraria? Pois é, eu nem sabia da existência desse livro antes de ganhá-lo, o que me fez demorar um pouco pra começar a leitura, pois já tinha outros livros na vez da "fila de espera", pra variar. Mas quando finalmente dei uma chance pra ele, não me arrependi, aliás, só me arrependi de não ter dado uma chance antes. A gente acaba indo na onda da massa e dando prioridade pra aquele tipo de livro best seller que, depois de tanto ouvir falar e ver tanto por aí, bate a curiosidade e a gente acaba lendo. De vez em quando também gosto de me aventurar por terrenos mais desconhecidos, e isso pode ser surpreendente. É por isso mesmo, e pra fugir um pouco dos títulos mais batidos, que faço questão de falar sobre esse livro, pra fazer propaganda mesmo, pois ele merece muito reconhecimento.

Logo de cara vou fazer algumas ressalvas: antes de mais nada, se trata de um drama bem dramático, mesmo. E, como todos os dramas bem dramáticos, é preciso escolher com um pouco de cuidado o momento certo de abrir esse livro. Se você é o tipo de pessoa que, quando está meio pra baixo, gosta de uma leitura super triste ou de um filme de tragédia, pra passar um tempinho extra no fundo do poço, esse é o livro. Confesso que faço parte desse tipo de pessoas, aquelas que curtem uma fossa de vez em quando. Porém, às vezes o tiro sai pela culatra e você acaba se deparando com determinadas situações que fazem seus problemas parecerem muito, muito pequenos. Acontece. Já se você é o tipo de pessoa que, quando está meio pra baixo, gosta de uma leitura pra te por pra cima, de filmes de comédia e todo tipo de coisas alto astral, é melhor deixar esse livro pra depois. Porém, não queira adiar muito essa leitura, pois se trata de literatura obrigatória, aquela que as pessoas deveriam ler esporadicamente, pra saírem de suas confortáveis bolhas e terem uma noção mais globalizada do mundo em que vivem, e já vou avisando que é um tapa na cara de todo e qualquer cidadão branco e ocidental. Esse não é o livro que vai recuperar sua fé na humanidade, muito pelo contrário. 

Fugindo um pouco da rota costumeira dos dramalhões que existem aos montes por aí, essa história se passa na ponte entre a tão esquecida África, mais precisamente a Nigéria, e a Inglaterra. Tudo começa quando Sarah e Andrew, um jovem casal britânico, decide fazer uma viagem romântica na hora errada e no lugar errado, numa das praias da Nigéria, que vive em constante conflito, e, num dado momento, digamos que as coisas fogem do controle. Nesse momento, Sarah se encontra com a protagonista da história, a Pequena Abelha, e as vidas dessas duas mulheres se entrelaçam de forma definitiva. Tempos depois, de volta a Londres, levando a vida numa tentativa fracassada de superar o que aconteceu, o passado inoportuno bate à porta e a história recomeça. 

Chris Cleave escreve belamente e de forma tocante, e em diversos momentos do livro somos presenteados com passagens marcantes e poéticas, que você vai querer grifar e nunca mais esquecer, mas vou fazer um pouco de mistério pra que as melhores partes que sejam lidas no seu momento, durante decorrer do livro. No mais, é melhor seguir o conselho da contracapa:

"Depois de ler esse livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como essa narrativa se desenrola." 

Fotos: Reprodução

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Meu primeiro post

Há tempos eu vinha nutrindo o desejo de ter um espaço só meu, pra compartilhar um pouco do que eu penso com o mundo e criar novos laços, enfim, tentar utilizar essa poderosíssima ferramenta que é a internet a meu favor, para o bem, pra espalhar e atrair coisas boas pelo universo afora. Como a maior parte dessa minha geração Y, eu passo boa parte do meu tempo navegando pela internet e acabo acompanhando vários blogs, que me servem como fonte de inspiração, e vira e mexe pensava comigo: por que não unir o útil ao agradável? Aliás, todos deveriam, em algum momento de suas vidas, deixar de lado o papel de meros espectadores e agir de forma mais participativa, porque todos, sem exceções, sempre têm de bom algo a acrescentar. 

Acho que demorei tanto pra finalmente criar meu blog por um problema muito simples: o nome. Pode parecer bobagem, mas acredito que esse seja um primeiro empecilho que acaba impedindo muitos blogs incríveis de irem ao ar, pois é impressionante como sempre tem outra pessoa no mundo que já pensou antes de você em qualquer coisa que venha à sua mente. No meu caso o problema não foi exatamente esse, já que eu tinha duas certezas: eu queria muito ter um blog e eu queria que o nome do meu blog fosse Abelha Rainha. Simples assim. Do mesmo jeito que eu sei, desde que me entendo por gente, os nomes que eu quero por nos meus filhos. O problema é que eu descobri, o que nem foi exatamente uma grande descoberta, que "esse nome já está sendo utilizado" em blogs, em marca de cosméticos e  até em salões de beleza. Criatividade é uma dádiva, mas dificilmente você conseguirá criar algo totalmente inédito, seja para o nome do seu blog, seja para o nome dos seus filhos. Não sou a única Abelha Rainha do mundo, mas me contento em ser a Abelha Rainha da minha colmeia, na falta de uma frase mais clichê! Era uma questão de vida ou morte, ou o nome seria esse, ou não teria blog.  Eu queria porque queria que o meu blog se chamasse Abelha Rainha! Só isso e nada mais que isso seria tão a minha cara. Mas por que tamanha obsessão? Parece que chegou a hora em que eu falo que o meu nome, Debora, (a propósito, muito prazer, meu nome é Debora) de origem hebraica, significa "abelha". Isso mesmo. Acho que não preciso acrescentar que eu descobri isso na pré-escola quando, em uma daquelas embaraçosas atividades em roda, a professora pediu para que os pais escrevessem no caderninho dos seus filhos por que escolheram o nome deles, e a minha mãe desenhou uma abelha e escreveu que era basicamente porque meu nome significa abelha, algo assim, o que foi lido em alto e bom som, pra todo mundo ouvir, uma descoberta que me causou um pequeno estranhamento, de que eu não me esqueço até hoje. Falando nisso, esse caderninho ainda deve existir em alguma parte do universo paralelo que eu chamo de guarda-roupa. E sabe que esse nome combina direitinho comigo? Não vou nem começar a falar que é porque eu sou assim mesmo, acabo dando as minhas ferroadas nas pessoas, mas no fundo, no fundo sou doce como o mel, e essa história toda, senão isso aqui começaria a ficar seriamente ridículo. 

Pois é, se não fosse por isso provavelmente essa página já existiria há um bom tempo. Como contornar esse obstáculo? Eu não queria nem saber de letras repetidas, de incluir letras como o "h" ao nome ou coisa que o valha. Quantas vezes eu iniciei o procedimento de criação de um blog e empaquei nesse exato momento? Eis que a solução surge, daquela forma como as soluções costumam surgir às vezes, daquela forma tão óbvia que chega a ser desconcertante: blog + abelha rainha. Pronto! Resolvido isso, eu sinto que, mesmo com prováveis novos obstáculos que forem surgindo, as coisas vão começar a fluir, pelo menos no que depender da minha vontade de prosear.

Pessoalmente eu acredito, ou prefiro acreditar, que algumas coisas acontecem quando elas tem que acontecer. Não sei porque, mas hoje particularmente eu pensei mais do que o normal sobre isso, e coincidentemente, recebi o apoio de uma pessoa importante pra mim, de uma forma tão espontânea, que eu só pude levar isso como sendo um sinal. Sem mais procrastinação, sem mais aquele velho conhecido meu: "dessas férias não passa". Em plena véspera de provas e entrega de trabalhos e loucura de fim de semestre (falando nisso, é nessas horas que a minha vontade de fazer qualquer coisa que não envolva estudos costuma aparecer com força total!) É agora ou nunca.

Passado o dilema do nome, outro obstáculo que desanima qualquer um já pode ser vislumbrado no horizonte, é ter noção de quantos blogs existem por aí e, entre eles, quantos e quantos acabam morrendo na praia, por assim dizer. Por isso, desde logo já enfiei na minha cabeça e agora quero deixar bem claro aqui, que esse blog não foi feito pra "fazer a diferença", pra fazer sucesso, pra fazer dinheiro ou qualquer coisa do tipo, embora logicamente que essas coisas sejam sempre bem-vindas. Meu objetivo é dar um passo de cada vez, sem criar muitas expectativas e cobranças desnecessárias, só enquanto for leve, enquanto for um prazer. E, se eu puder ajudar uma única pessoa com qualquer coisa que tenha sido razoavelmente útil, já me darei por satisfeita. 

Ah, antes de me despedir, talvez seja interessante pontuar vagamente o que eu pretendo com isso tudo, pois bem, o meu propósito inicial é fazer a segunda coisa que eu mais gosto de fazer, depois de ler, que é escrever. Resenhas. É isso. Resenhas de livros, resenhas de filmes, resenhas de produtos em geral... Vou sair por aí resenhando o mundo, afinal é isso que as pessoas fazem, resenhar é o nome chic para "dar pitaco" e é isso que eu quero fazer. Sinto uma necessidade esporádica de por pra fora as coisas que eu fico matutando, de dar a minha opinião sobre o que eu acho relevante, de transformar em crônica acontecimentos banais do dia-a-dia, coisas do tipo. Escrever, apenas escrever. Até porque dizem que ficar guardando as coisas dá câncer. 

Por enquanto, já aviso que tudo isso pode mudar sem aviso prévio, pois não estou assinando contrato com ninguém, a não ser comigo mesma. E isso é formidável!, na falta de uma palavra menos patética. Sinto que já "falei" demais, como não poderia ser diferente, se é que esse blog é pra ser meu. Também, pudera, esperei um bocado por isso. Espero que meus leitores, no momento inexistentes, deem um desconto.

Sem mais delongas, mal terminei de escrever meu primeiro post e já comecei a gostar da brincadeira ;)

E, a título de ilustração do meu primeiro post, escolhi uma fotografia não menos especial, que pode parecer uma abelha qualquer numa planta qualquer, mas não é só isso, não pra mim, pelo simples fato de que fui eu quem bateu esse singelo retrato e, acreditem, isso pode se tornar complicado quando o que você está tentando focar não para de sair voando. Mas depois de umas cento e poucas tentativas, saiuAchei fofo.